Tudo depende de como você a encara..."
Eu assistiiiiiiiiiiiiiii... Woody Allen de novo... brilhantemente!!! Eu adoro ele... hauhsuahsuahsusha
Outro filme dele que também não é novo (é de 2004) e que eu também ganhei de presente de aniversário do Joaquim junto com "A Rosa Púrpura do Cairo"... Como dá pra se ver... assisti primeiro um, depois o outro... Melinda e Melinda é um filme digamos diferente, eu achei, mas claro, sem perder a marca (ou as marcas) forte do Woody Allen... explorar o lado trágico da vida, fazendo um paralelo e ao mesmo tempo uma "salada" com o lado cômico, com certeza só pra Woody Allen mesmo... hahahahahahahaha... Por incrível que pareça, a Melinda do lado "trágico" pra mim é a mais cômica... porque elá reúne em si todos os elementos cômicos apesar da história triste da sua vida... ele é meio desequilibrada, apaixonada e com tendências suicidas... Quer algo mais cômico nas mãos de Woody Allen???...

Poucos diretores se encaixam tanto no modelo “ame-o ou odeie-o” como Woody Allen. Dentre aqueles que o amam existe uma outra divisão, entre aqueles que gostam de seus dotes dramáticos e aqueles que preferem seu lado cômico. Pois bem, “Melinda e Melinda” vai agradar a todos os tipos de fãs do cineasta, já que é dividido justamente em uma parte cômica e uma trágica. Os que não gostam de Allen devem continuar não gostando, mas sobre isso não há o que fazer. Azar o deles!
A sinopse do filme é algo muito complicado, então para não me enrolar tentando expô-la para vocês vou parafrasear a sinopse presente no press release (notas de imprensa) do longa: “Em ‘Melinda e Melinda’, Woody Allen explora alguns de seus assuntos preferidos, lutas pessoais para superar problemas morais, íntimos, de identidade, de ciúme e também as incertezas do amor. Aos 69 anos, Alen estréia com ‘Melinda e Melinda’ seu 35º filme. Quatro sofisticados nova-iorquinos desfrutam de um jantar numa noite chuvosa e discutem sobre a diferença entre comédia e tragédia. Uma história que é contada durante o jantar dá margem a uma conversa entre os escritores Max (Larry Pine) e Sy (Wallace Shawn) sobre a dualidade do drama humano, simbolizada pelas máscaras da comédia e da tragédia do teatro. Os dois dramaturgos começam a desenrolar histórias, um de forma cômica e outro de forma trágica, sobre uma mulher, um tanto enigmática, chamada Melinda”.
Na metade dramática do longa se destacam Chiwetel Ejiofor (“Coisas Belas e Sujas”), Jonny Lee Miller (“Trainspotting – Sem Limites”) e Chloë Sevigny (“Dogville”), enquanto na parte cômica quem rouba a cena é Will Ferrell (“O Ancora - A Lenda de Ron Burgundy”). Por mais que a bela e talentosa Amanda Peet também esteja na “parte engraçada” é mesmo Ferrell o grande nome da parte. Na verdade seu personagem só não é mais interessante do que Melinda, vivida brilhantemente por Radha Mitchell (“Em Busca da Terra do Nunca”).
Esta é a primeira vez que Woody Allen não atua em um filme dirigido por ele desde “Tiros na Broadway”, de 1994. Pelo visto ele ficou satisfeito com a função de somente diretor e roteirista, pois no longa seguinte a "Melinda e Melinda", “Match Point”, Allen optou mais uma vez por ficar somente por trás das câmeras. Mas os fãs dele como ator não precisam se preocupar, pois Woody já declarou que depois de “Match Point” volta a atuar. “Melinda e Melinda” ainda serve como oportunidade para os fãs mais radicais do cineasta matarem por antecipação a saudade de Nova York, pois os outros três trabalhos depois deste não teram como cenário os Estados Unidos (dois se passam em Londres e o terceiro, possivelmente, em Barcelona).
“Melinda e Melinda” é um longa que merece ser conferido. Seu único problema é que o lado dramático não funciona tanto quanto deveria, pois é difícil se envolver, se concentrar em algo que em seguida será contado por um momento cômico. Não estou dizendo que a “parte triste” não funciona, apenas não é totalmente satisfatória. Já a parte cômica é digna de aplausos, principalmente por Ferrell, ex-integrante do Saturday Night Live.
Por Lucas Salgado
Fonte:http://www.confrariadecinema.com.br/link s/filme/melinda_and_melinda/melinda_e_me linda/melinda_e_melinda.jsp
A sinopse do filme é algo muito complicado, então para não me enrolar tentando expô-la para vocês vou parafrasear a sinopse presente no press release (notas de imprensa) do longa: “Em ‘Melinda e Melinda’, Woody Allen explora alguns de seus assuntos preferidos, lutas pessoais para superar problemas morais, íntimos, de identidade, de ciúme e também as incertezas do amor. Aos 69 anos, Alen estréia com ‘Melinda e Melinda’ seu 35º filme. Quatro sofisticados nova-iorquinos desfrutam de um jantar numa noite chuvosa e discutem sobre a diferença entre comédia e tragédia. Uma história que é contada durante o jantar dá margem a uma conversa entre os escritores Max (Larry Pine) e Sy (Wallace Shawn) sobre a dualidade do drama humano, simbolizada pelas máscaras da comédia e da tragédia do teatro. Os dois dramaturgos começam a desenrolar histórias, um de forma cômica e outro de forma trágica, sobre uma mulher, um tanto enigmática, chamada Melinda”.
Na metade dramática do longa se destacam Chiwetel Ejiofor (“Coisas Belas e Sujas”), Jonny Lee Miller (“Trainspotting – Sem Limites”) e Chloë Sevigny (“Dogville”), enquanto na parte cômica quem rouba a cena é Will Ferrell (“O Ancora - A Lenda de Ron Burgundy”). Por mais que a bela e talentosa Amanda Peet também esteja na “parte engraçada” é mesmo Ferrell o grande nome da parte. Na verdade seu personagem só não é mais interessante do que Melinda, vivida brilhantemente por Radha Mitchell (“Em Busca da Terra do Nunca”).
Esta é a primeira vez que Woody Allen não atua em um filme dirigido por ele desde “Tiros na Broadway”, de 1994. Pelo visto ele ficou satisfeito com a função de somente diretor e roteirista, pois no longa seguinte a "Melinda e Melinda", “Match Point”, Allen optou mais uma vez por ficar somente por trás das câmeras. Mas os fãs dele como ator não precisam se preocupar, pois Woody já declarou que depois de “Match Point” volta a atuar. “Melinda e Melinda” ainda serve como oportunidade para os fãs mais radicais do cineasta matarem por antecipação a saudade de Nova York, pois os outros três trabalhos depois deste não teram como cenário os Estados Unidos (dois se passam em Londres e o terceiro, possivelmente, em Barcelona).
“Melinda e Melinda” é um longa que merece ser conferido. Seu único problema é que o lado dramático não funciona tanto quanto deveria, pois é difícil se envolver, se concentrar em algo que em seguida será contado por um momento cômico. Não estou dizendo que a “parte triste” não funciona, apenas não é totalmente satisfatória. Já a parte cômica é digna de aplausos, principalmente por Ferrell, ex-integrante do Saturday Night Live.
Por Lucas Salgado
Fonte:http://www.confrariadecinema.com.br/link

Bom final de semana para todos os que passarem por aqui... e para os que não passarem (mas que forem do meu apreço...) também...
Hoje, sábado dia de fazer nada, de encontrar com outros desocupados à noite... de beber (cerveja... claro...)
Eu sei que isso é tosco... but, I cannot make anything... =)
